Archive for Janeiro, 2008

A grande diferença entre o YouTube e o Google Video.

Domingo, Janeiro 27th, 2008

Há algum tempo, quando o Google comprou o YouTube eu pensei, logo o Google Video vai sumir, até pela diferença de popularidade entre as plataformas. O tempo foi passando o Google Video continuando e como todas as porcarias que me passavam o link, eu também encontrava no YouTube esqueci do pobre. Eis que resolvi assinar o RSS dos mais assistidos dos dois, pois não custava nada ver qual era a diferença dos públicos das plataformas.

O YouTube por ter uma popularidade maior por aqui, acaba sendo alvo de virais e diversas porcarias muitas vezes difundidas por brasileiros como os Jeremias da vida, Ruth Lemos e afins, os quais não tenho nada contra, e acho perfeitamente aceitável que tal tipo de bizarrice continue ocupando parte dos meus dias.

A grande diferença, entretanto, é o limite de duração dos filmes que podem ser enviados, que no YT é de 10 min., e no GV não existe. Tal diferença acaba se refletindo diretamente no conteúdo postado. Na lista de vídeos mais assistidos do GV não é difícil encontrar documentários com horas de duração, filmes inteiros, produções independentes, curtas, etc.

Por esse motivo hoje em dia passo muito mais tempo garimpando coisas no GV do que no YT, e tenho tirado mais proveito disso também, pois acabo assistindo coisas bem mais esclarecedoras e construtivas do que as que encontro no YouTube.

Um belo exemplo do que tem me feito gostar muito do que vejo no GoogleVídeo é o filme Zeitgeist, que é contundente, dá uma certa depressão mas pelo menos traz algum conhecimento, bem mais nobre do que assistir gente se machucando no YouTube.

Performance artística com painel interativo

Sexta-feira, Janeiro 11th, 2008

Pra começar o post primeiramente Feliz 2008 a todos. Fiquei um longo tempo sem postar nada, pois estava atolado de mais, e acabei perdendo o ritmo, mas pretendo não deixar isso acontecer de novo.
Desculpas à parte o assunto do post são esses vídeos abaixo que são trechos tirados da apresentação performática do artista alemão Jaap Blonk, que têm um aspecto muito interessante de integração da arte com a tecnologia. A interação me parece ser feita com Flash e sensores infravermelhos para detecção de movimento, e ainda a captação de som para a verificação de variações de intensidade e freqüência. O resultado visual é bem legal, o sonoro nem tanto, já que de fato eu acho um saco esses pseudo-músicos que produzem barulho e chamam de música, mas acredito que uma pessoa surda acharia o espetáculo válido.

Essa “fórmula” por assim dizer pode ser aproveitada em ações interativas como a da Adobe, mas com esse plus da utilização do som.