Brincar com física é Phun!
Quinta-feira, Fevereiro 21st, 2008Um “jogo” pra ser divertido precisa de objetivos?
Lembrei de um artigo no Blog Secondlife da Superinteressante sobre a questão, o que me fez recordar também de Line Rider que em sí não é um jogo, mas um engine em flash que te deixa brincar com o esquiador, sem pontuação, sem fim, sem nada.
Pois mesmo assim brinquei por horas naquilo, e voltei a brincar outros dias. Depois descobri que haviam milhares de vídeos postados no Youtube, e fiquei aliviado de ver que eu não era o único boçal a me divertir tanto com uma coisa tão simples.
Eis que hoje vejo agora pouco um post no BoingBoing sobre uma aplicação desenvolvida pelo estudante sueco Emil Ernerfeldt, que nada mais é do que um parque de diversões de interações físicas extremamente bem feito e que pode ser baixado gratuitamente aqui. Abaixo confira um vídeo do funcionamento do programa.
Pois bem, instalei na minha máquina e após alguns minutos aprendendo como mexer percebi que isso pode ser ainda mais viciante que Line Rider. E aí fiquei encafifado: qual a graça disso? O que faz desse tipo de coisa tão divertido? Acho que a resposta que me parece mais coerente é: diversificação e interatividade.
Acho que esses são os grandes pontos que deveriam estar em todo o projeto que tem por objetivo entreter, o que parece bem coerente, por que nada melhor do que algo que não seja repetitivo nem óbvio, que te dê a oportunidade de alterar parâmetros, fazer escolhas e acompanhar rapidamente as mudanças que isso proporciona. Isso é o que faz de algumas coisas simples tão divertidas e outras complexas um pé nas partes.